VetPet: Como funciona a anestesia em cães

 A anestesia é um processo fármaco que tem a função de suprimir, por um tempo determinado, a dor do paciente (ou do animal).  Especialistas europeus realizaram uma pesquisa e descobriram que a taxa de risco anestésico em cães é de 0,1% – e estes riscos incluem queda da pressão arterial, arritmias, depressão respiratória e alterações neurológicas.

 A principal observação a ser feita pelo dono do animal é se o local possui estrutura correta. Qualquer procedimento realizado nos cães que demande anestesia deve ser feito por um profissional especializado e o centro cirúrgico deve dispor de equipamentos de monitoração adequados (além de uma boa estrutura do laboratório e de UTI), esses mecanismos ajudam o veterinário a atuar em situações de emergência ou complicação.

A anestesia é indicada para animais muito agitados ou agressivos, além de diminuir o estresse da contenção, permite que exames e pequenas intervenções, como exames radiológicos, sejam feitas de maneira mais adequada. Alguns procedimentos precisam de sedativo independente do temperamento do animal – o tipo de anestesia mais usada é a inalatória, onde o animal é absorvido diretamente pelos pulmões. A anestesia inalatória é frequentemente associada aos bloqueios regionais, como a anestesia peridural. A vantagem é que ela pode ser usada em doses menores.

Como funciona:

Anestesia Local: A anestesia local é o bloqueio da condução nervosa não ocorrendo a perda da consciência, e sim a supressão da dor num local determinado. Dentro da anestesia local existem inúmeras formas de provocar essa supressão, sendo a anestesia tópica, ou seja anestesia na forma de pomada ou spray, a mais comumente usada..

Anestesia Geral: Na anestesia geral, o animal apresenta perda total da consciência, ocorrendo na maioria dos casos, a necessidade da intubação do paciente. A anestesia geral requer bem mais atenção que a local, tendo em vista que altera a fisiologia do animal. É de suma importância, antes do ato anestésico, o médico avaliar e encaminhar o paciente para os exames complementares, pois existem fármacos que não podem ser administrados em animais que apresentam problemas cardíacos, renais, hepáticos e etc.


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