Vasos de comer da RCV : a inovação da horta urbana !

As revolucionárias ideias dos vasos para comer. Hortas quase permanentes , com baixa manutenção e custos,  que lhe permitem ter alimentos , frescos , orgânicos e muito saudáveis em casa ou no Apto. Estes revolucionários modelos de formas e métodos de cultivo orgânico,  além de quase zerar perdas e desperdícios, reduzem 70% custos de alimentação – sacolão -.Neles um pé de alface pode durar até um mês e um pé de tomate produz por até seis meses. Além disto, elas ajudam muito a reduzir ao necessário o consumo de água na irrigação e reprocessam alem de suas folhas velhas, o seu lixo orgânico domestico, pois  fazem sua própria compostagem , gerando assim o seu  HUMUS  que é o seu mais poderoso adubo.

 

Uma grande INOVAÇÃO: o conceito de hortas verticais e vasos de comer aplicáveis a casas e apartamentos urbanos.Fomos falar com o diretor da Rede Circulo Verde – RCV -. Eis abaixo o cap 1 da longa entrevista com o Dr  Carvalho. Numa explanação clara disse ele:

Breve histórico

A agricultura talvez seja uma das mais antigas das atividades humanas. Neste texto, vamos falar, objetivamente, de sua trajetória, mas por conveniência de tempo, vamos omitir parte de sua longa historia, permeada de poucos sucessos, muitas perdas, catástrofes e pragas, antes da revolução industrial. Outra hora e com mais vagar, retornaremos ao tema, abordando o inicio dos registros na Mesopotâmia (3500 AC)

Agora, vamos nos ater aos reflexos e necessidades criados pela revolução industrial, a partir de aproximadamente 1760/1820. Foi neste período, que começou a ocorrer uma maior aglutinação urbana decorrente do aumento significativo da disponibilidade de trabalho.Tudo derivado da crescente e iniciante produção industrial. Em conseqüência normal e direta, também aumentou a pressão para que se atendessem as necessidades de todos os tipos de alimentos,  para esse novo exercito de consumidores.

Quando, em 1913, Henry Ford desenvolveu a produção em serie, a pressão sobre o consumo e a conseqüente demanda por alimentos, já existentes,  explodiram.  A partir daí, a aplicação na agricultura, dos conceitos de produção seriada e em alta escala, resultou no conflito entre novos processos, do uso de pesticidas e adubos químicos contra os métodos tradicionais e orgânicos, produzindo um danoso e destrutivo efeito cascata, sobre o meio ambiente e seu equilíbrio natural. O aquecimento global entre eles.

Desnecessário falar sobre a devastação e os danos, de curto, médio e longo prazos, causados pela agricultura nomeada industrial. Todos conhecemos as intoxicações e doenças derivadas dos métodos utilizados, possivelmente a mais temida delas, o câncer, como apontam diversas pesquisas. Todos esses males potencializados pelos conexos e diversos  tipos de stress, inerentes a estes novos métodos, frutos deste discutível  e dito mais fácil  modo de vida da sociedade contemporânea, urbana e concentrada.

Se por um lado, por quase um século, aumentamos a produção e conseguimos atender a população global, sempre crescente, (de menos de 1 bilhão, em 1900, para 8 bilhões, hoje),  tanto devido a disponibilidade de alimentos como em seu perseguido baixo custo, fizeram crescer exponencialmente os riscos e danos, para todos , incluindo-se a saúde animal e do meio ambiente.

Enquanto essa pressão segue aumentando até os dias de hoje, notamos 2 fatores determinantes que crescem paralela e inversamente a esta seqüência. A aplicação racional de novas técnicas de produção agrícola, mais eficientes e menos danosas à vida e ao ambiente, bem como o deslocamento da agricultura do campo para a cidade, muito por motivos logísticos,  paralelo à tendência da alta na população urbana.

Um grande diferencial observado nessa mudança é a tendência à substituição do modelo macro anterior,  -agricultura de escala – por um outro, micro, ou domestico, resgatando também alimentos esquecidos –PANCs-(Plantas Alimenticias não Convencionais),  no qual o tipo e a baixa escala de produção agrícola se caracterizam pela busca da solução dos problemas derivados da alta escala (contaminação), através de uma agricultura baseada em metodos de sanidade e organicidade dos alimentos. É nesse ambiente que se inserem nossas propostas de cultivo: Vasos de comer e hortas verticais. Eles vieram para atender a uma nova população urbana, com poucos espaços disponíveis, tempos e recursos reduzidos, porém com uma mentalidade mais preservacionista, mais ligada ao bem estar das famílias, longevidade com saúde, alegria no sentir o paladar real dos alimentos orgânicos e ter acesso um prazeroso lazer de baixo custo, pois ao praticar as atividades diárias de cuidar de sua horticultura em VASOS de COMER,  é como estar ingerindo um dos mais poderosos e  natural anti-stress.   A saúde e felicidade, com vida longa e próspera! Estes os  objetivos maiores da proposta RCV!

 

Frutas em Vasos em casa ou no Apartamento:


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