A polêmica calcinha para menstruação

 Além da fama recente que os coletores mestruais ganharam entre o público feminino, sendo considerados ecológicos e mais higiênicos que um absorvente comum, as mulheres e meninas podem escolher outra forma de passar aqueles dias mais tranquilas. A  calcinha que absorve o sangramento é lavável e pode ser utilizado por muitas vezes, como uma calcinha comum.

Ela é feita de um tecido resistente, em várias camadas, que suportam o equivalente a até três colheres de chá de líquido sem vazar e tem um design atraente, além de não ficar com mau cheiro.  Porém, o preço ainda não é tão acessível. O modelo mais em conta sai por 30 dólares, o equivalente a 90 reais. No Brasil, por enquanto, a única forma de adquirir é através da internet.

O nome de sua criadora é Julie Sygiel, engenheira química. A ideia veio durante uma aula de empreendedorismo na qual precisava criar algo que ainda não existisse no mercado. Depois de registrar a patente da nova calcinha, ela investiu ainda mais no produto, com o apoio financeiro de um engenheiro, apresentado a ela pelo próprio professor do curso.

Recentemente anúncios da calcinha para mulheres menstruadas foram barradas pela agência de publicidade do metrô de Nova York. O anúncio mostra alimentos como meia toranja ou uma gema de ovo escorrendo para aludir ao corpo feminino ou à menstruação.

Há, por exemplo, a propaganda de uma cirurgia para aumentar os seios que mostra a imagem de uma mulher com semblante sério segurando duas frutas pequenas ao lado da imagem da mesma mulher sorrindo com duas frutas grandes. O metrô já estampa diversos anúncios que exploram a imagem do corpo feminino, e essa aparente contradição foi alvo da revolta de usuários de redes sociais.

Os endereços virtuais das lojas no exterior são: dearkates.com  e  shethinx.com


Nenhum banner cadastrado ainda

WP-Backgrounds Lite by InoPlugs Web Design and Juwelier Schönmann 1010 Wien