SANGUE de contribuinte de SP a vista: Lei da DERRAMA do IPTU é aprovada em SÃO PAULO

 HADADD fez como todo bom petista:  faz na calada da noite.

 Foi aprovado ontem a noite,  com 29 votos a favor e 26 contra, pela Câmara Municipal de São Paulo,  em 2ª votação, o projeto que revisa a Planta Genérica de Valores (PGV) e provocará o aumento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) em 2014. Agora o projeto segue, agora, para sanção do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT).

O IPTU em 2014 limitado até, no máximo, 20% para imóveis residenciais e 35% para imóveis comerciais. A proposta original da Prefeitura previa instituir uma trava de 30% e 45%, respectivamente. Ainda segundo o projeto, em 2015 e em 2016 imóveis que já não tiverem recebido todo o reajuste no ano anterior poderão ter, em cada exercício, aumentos residuais de 10% para residências e de 15% para comércios.

A votação deveria ocorrer hoje, mas acabou antecipada pelos vereadores para evitar protestos marcados para a data. Para garantir a aprovação, o secretário do Verde e do Meio Ambiente, Ricardo Teixeira (PV), se licenciou temporariamente para assumir a vaga de titular com objetivo específico de garantir o placar favorável ao governo. Ele assumiu o lugar do suplente Abo Anni, que na semana passada aprovou o projeto em primeira votação, mas disse ser contra a proposta.

Nos bastidores da Câmara, só se falava em negociação de cargos. Alguns vereadores de oposição confirmam que as subprefeituras e secretarias de governo são a moeda de troca pelos votos. “Um vereador que não quer votar a favor ele é conversado para ter algumas facilidades no governo, entre elas indicar cargos”, disse Gilberto Natalini (PV).


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