MERCATOR – A OI , f’OI’-se: SIMPLES ASSIM!

Embora nada fora do aguardado e previsto pelo mercado , a OI  pré faliu.Agora chamada de recuperação judicial. Num rombo total  de R$ 65 bi, a maior da história do país. Por enquanto, recuperação judicial. Mas a falência é o caminho para o qual apontam firmemente os dados.E tem certeza o mercado.Se não mudar TODOS SO gestores e arrumar um sócio lotado de dinheiro e disposto a arriscar 70 bilhões num mercado de 70 milhões de clientes, vai falir.

Esta hibrida operadora de telefonia , para a qual LULA até mudou a lei de telecomunicações para autorizar fusões ilegais em um salvamento anterior , encerrou o primeiro trimestre do ano com prejuízo líquido de R$ 1,64 bilhão; em março, a dívida estava em R$ 40,84 bilhões

No total, desta vez , a empresa incluiu R$ 65 bilhões em dívidas no processo.A recuperação judicial dói pedida ontem segunda-feira (20/06/2016).

É o maior pedido de recuperação judicial já protocolado no Brasil, recorde anterior que pertencia à OGX, do empresário Eike Batista, que declarou à Justiça ter dívidas de R$ 11,2 bilhões em 2013.

Tendo omitido fato relevante do mercado, foi nesta segunda, que a Oi divulgou que havia conseguido 180 dias para renegociar suas dívidas com credores em acordo com o BNDES.Ao qual deve uma fábula.

O contrato com o banco de suspensão da dívida foi assinado em maio, ainda no governo Dilma, mas só foi divulgado na segunda como parte de documentos relativos ao processo de renegociação com credores.

No dia  10 de junho , o então diretor-presidente da empresa, Bayard Gontijo, renunciou ao cargo. Finalizava ali o reinado de incompetências gestoras que vinha de longe. Ele havia assumido o cargo no início do ano, após saída repentina do compententissimo executivo Portugues  Zeinal Bava, ( o homem que tirou Portugal da idade da pedra das telecomunicações) que fazia um ótimo trabalho de recuperação, mas foi obrigado a  renunciar após o calote de quase 1 bilhão de euros da holding Rioforte,  dado pelo Grupo Espírito Santo, maior sócio da Portugal Telecom, com quem a Oi estava se fundindo. Só somaram prejuízos.

Ao assumir, Gontijo havia prometido reestruturar a pesada dívida da empresa.Fez o que pode para preparar a recuperação. Gontijo foi substituído pelo diretor financeiro Marco Schroeder, para fechar o processo de recuperação.

A Oi encerrou o primeiro trimestre do ano com prejuízo líquido de R$ 1,64 bilhão. Em março, a dívida líquida da empresa estava em R$ 40,84 bilhões -alta de 7% ante o fim do ano passado, enquanto o caixa disponível ficou em R$ 8,53 bilhões, queda de 49,3% sobre o trimestre imediatamente anterior.


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