Mercado Central frustra ativistas

Eles iam  protestar contra o comércio de animais no Mercado Central em BH. O Ato estava previsto para acontecer durante evento marcado para a comemoração de seus 87 aninhos de fundação. 

 

Ativistas independentes e defensores de causas ditas ‘ pró animais’ , tiveram frustradas suas intenções  de protestar contra o comercio de animais que existe no mercado central desde a sua fundação. Foi  na manhã deste domingo de dia dos namorados (12) que Aproximadamente uns 50 barulhentos e atentos ativistas, todos portando faixas e auxiliados por um e megafone, foram surpreendidos pela estratégia do Juridico do mercado Central, que usou um mandado judicial, para impedir a manifestação, em cima da hora.

O objetivo maior do protesto, era o de chamar a atenção para a venda de animais , só no Mercado Central de Belo Horizonte, que segundo a visão do grupo, é cruel e desumana. Eles recusam-se a aceitar que com a comercialização e venda, os animais tendem a ter melhores condições de habitat, alimentação e saúde, já que quem compra, tem este amoroso objetivo. Nem queriam discutir as vendas de animais feitas pelo colegas de trabalho, muito comum em feirões de filhotes em PETs e lojas veterinárias.

Eles também não queriam que o alcance da atitude fosse geral e irrestrito no mundo, no Brasil, no estado de Minas e em toda a nossa cidade .Era só e só contra a turma de comerciantes do mercado central

Eles não pretendiam também protestar contra ou enfocar maus tratos e/ou crueldade nos abatedouros e a venda de frangos, porcos, peixes e bois, ( perguntados lá na hora, todos consumiam carnes rotineirametne) feita pelos estabelecimentos do mercado. Somente a venda dos chamados animais de estimação. Eles pretendiam aproveitar o maior numero de pessoas atraídas pela “Corrida e Caminhada do Mercado Central”, em comemoração aos 87 anos de sua existência, para bombar o protesto.

Entre os protestantes haviam além de simpatizantes da causa, veterinários e outros profissionais da área

O foco dos protestos baseia-se em que  a venda de animais no Mercado Central, além de cruel e dos maus tratos para as espécies, principalmente de cães, gatos, e aves, representa um risco para a saúde pública, segundo os veterinários participantes do protesto.Dizem eles que o RISSPOA, código de regulamentação da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (Riispoa), no artigo 35, diz que é proibida a comercialização de leite e seus derivados em local que há mau cheiro.

Eles não souberam explicar quando perguntados, se o regulamento se referia no mesmo estabelecimento ou na região, já que o mercado central tem várias lojas. E as lojas de laticínios estão longe da área de animais. Mesmo porque se fosse considerar ‘na mesma região’ ,Belo horizonte na região do Arrudas e São Paulo, notadamente na região das marginais, deveria fechar para balanço, pois fedem muito e não atenderiam ao regulamento. E não poderiam existir naquelas regiões nem supermercados.

Um outro aspecto levantado por eles, refere-se a sanidade animal. Os animais, ali, estão frequentemente doentes, com Cinomose (diarreia)”, denunciaram eles.Porem sem base cientifica para confirmar a afirmação, já que não apresentaram nenhum resultado de testes de laboratório de animais ali abrigados, que comprova-se a afirmação. Mesmo porque, se houver, ´seria acidental já que seria inadmissível aos lojistas,contra o próprio objetivo do negócio – lucro na venda – se trabalharem contra eles mesmos, com animais doentes que além da má imagem, contaminariam os sãos. Prejuízo dobrado.

Mais simples aos protestantes, seria garantir e trabalhar no sentido de que os comerciantes continuem a melhorar os níveis de higiene e sanidade.Tudo as claras e na nossa vista. Sem estarem escondidos. O comercio de animais é atividade que ajuda muito a que todos tenham um lar decente, sejam bons companheiros de alguem e que todos tenham a felicidade de viver bem e livres.

 


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