H1N1 teve letalidade em 19% dos registros

Brasil registra número muito alto de casos de H1N1

O Ministério da Saúde afirma que o Brasil registra casos de todos os tipos de influenza. Foram registrados até o mês de abril 1.880 casos, destes 1.571 foram ocasionados pelo subtipo H1N1, que provocou 290 mortes.

A maior concentração de pessoas com H1N1 está na Região Sudeste, tendo 1.106 registros de infectados. Deste número 988 em São Paulo, que também registrou o maior número de mortes, 149.

Segundo o ministério quase 43% do público-alvo já foi imunizado na campanha de vacinação. Mas a meta é vacinar, até o dia 20 de maio, pelo menos 80% das 49,8 milhões de pessoas com maior risco por complicações decorrentes da influenza.

O grupo prioritário que mais procurou os postos foi o de profissionais de saúde, seguido pelo de crianças entre seis meses e cinco anos incompletos. Gestantes, indígenas, pessoas com doenças crônicas e as privadas de liberdade também fazem parte do público-alvo do Ministério da Saúde.

A escolha dos grupos segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e também é respaldada por estudos epidemiológicos. Têm prioridade os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias.

A campanha nacional oficial iniciou no último dia 30, porém, o Ministério da Saúde adiantou o envio das doses a 22 estados que optaram por antecipar a vacinação devido ao aumento do número de casos de gripe pelo vírus influenza H1N1.

A previsão do Ministério da Saúde é que até o dia 13 de maio, todas as doses sejam entregues no país. A vacina distribuída na rede pública, além de proteger contra o H1N1, imuniza contra os vírus influenza A H3N2 e influenza B.

Até o momento três estados e o Distrito Federal se destacam por alcançar as maiores coberturas vacinais: Amapá (78,11%), Distrito Federal (64,7%), Goiás (63,5%) e São Paulo (61,6%).

As pessoas que estão nos grupos de risco que forem tomar a vacina precisam importante levar o cartão de vacinação e o documento de identificação. E as pessoas com doenças crônicas, ou com outras condições clínicas especiais, também precisam apresentar prescrição médica, especificando o motivo da indicação da vacina.


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