Governo Dilma :aumento de ‘IMPOSTO’ a vista

Ao não reajustar tabela do IR, o aumento real será no minimo o da inflação do ano.

Prometido pelo governo para o ano que vem,o reajuste da tabela do Imposto de Renda (IR), anunciado pela presidenta Dilma Rousseff por ocasião do Dia do Trabalhador,vai depender agora de uma nova medida provisória (MP) ou do envio ao Congresso de um projeto de lei com pedido de urgência constitucional para ser apreciado pela Câmara e pelo Senado antes do final deste ano. Isso porque o prazo de validade expirou no ultimo dia 29 de agosto, e ficou sem ser votada pelo Congresso, a MP 644/14, que previa reajuste de 4,5% na tabela do IR a partir de janeiro de 2015.

De  acordo com a Secretaria-Geral da Mesa da Câmara, outra alternativa para o reajuste da tabela do Imposto de Renda, é a apresentação de uma emenda por algum parlamentar reajustando a tabela do IR, e só pode ser apresentada a uma medida provisória que tenha correlação com a questão de impostos.

Pela MP, a faixa de isenção do IR passaria de R$ 1.787,77 para R$ 1.868,22. A alíquota de 7,5% seria paga por trabalhadores que ganham de R$ 1.868,23 a R$ 2.799,86; a de 15%, pelos que recebem entre  R$ 2.799,87 e R$ 3.733,19; a de 22% por trabalhadores que ganham de  R$ 3.733,19 a  4.664,68 e a alíquota de 27,5% seria paga pelos que ganham acima de R$ 4.664,68.

A MP foi encaminhado pelo governo ao Congresso a MP reajustando a tabela do IR, mas não chegou a ser apreciada e votada pela Câmara dos Deputados em função das convenções partidárias, dos jogos da Copa do Mundo, do recesso branco no Parlamento nos meses de agosto e setembro em função do período pré-eleitoral e também pela falta de entendimento para a apreciação da proposição.


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