Fred Costa dá as costas aos eleitores

: Ele é um deputado contra a opinião da maioria de seus eleitores.E na  Assembléia de Minas quer proíbir o que não pode: o Uber.

O deputado Fred Costa , um lobo com casaco de ovelha verde, tem boa parte (senão a maioria) de seus votos em Belo Horizonte, originários na região do PORTAL SUL  BH/NL. Ele se augura defensor dos pleitos e das ansiedades destes eleitores.E e exatamente esta região, que segundo as pesquisas, mais defende ( 80%) o uso do UBER como uma das melhores alternativas e de mais baixo custo ao transporte, dando maior e melhor mobilidade ao usuário , do que o péssimo sistema de  transportes entre a região do PORTAL SUL  BH/NL e o resto da cidade. Portanto, ao encabeçar esta luta inglória contra o ‘novo, mais barato e melhor’, ele mostra a que veio: defesa do corporativismo, dos sindicatos de interesses e malas. Do imobilismo  e defesa das concessões manuelinas e eternas , como a do nosso péssimo , caro e ineficiente serviço de táxis, financiado com renuncia de caros impostos pagos pela maioria de seus eleitores na região. Assim agindo, contradiz o principio básico de seu partido, que  ao utilizar e tentar induzir que a  sigla Pen 51 é  como uma opção evolutiva no pensamento politico , mostra que é o inverso : uma má idéia! Na verdade, ele esta  fazendo e usando na sua pseudo nova politica, regra e coro ao que muitos deputados atuais da velha politica fazem.Que que é mostrar um agir na pratica, inverso ao discurso, como fazem o que se temos de pior na claque daqueles deputados que cospem no prato que comem.

E em Minas de Tiradentes, de homens corajosos e de caráter, estas faltas, são sentença de fim. Certamente seus eleitores da região dele se esquecerão.

Fred Costa, é o autor do projeto que proíbe o uso do aplicativo Uber e outros semelhantes.Muito embora lhe falte alcance e competência legal no cargo em que esta ” de plantão” .

A proposição proíbe, também, a associação entre empresas administradoras desses aplicativos e empresas comerciais para transporte remunerado de passageiros em veículos que não atendam às exigências legais, que regulamentam o serviço de táxi metropolitano.

Segundo esse projeto de lei, de autoria do deputado Fred Costa (PEN), considera-se clandestino o transporte metropolitano ou intermunicipal remunerado de passageiros realizado por pessoa física ou jurídica, em veículo particular ou de aluguel, que não possua a devida concessão, permissão ou autorização do poder público.

A assessoria de imprensa do Uber informou que busca o debate com o poder público para ajudar na regulamentação do aplicativo. No entanto, ressaltou que “as assembleias legislativas estaduais não têm competência para legislar sobre transporte urbano, assunto que é competência privativa da União ou delegada em casos específicos para o município”. 

“A inovação é fundamental para o desenvolvimento das cidades. Acreditamos que é hora de um debate amplo sobre como a  tecnologia aplicada ao trânsito pode ajudar a solucionar o problema de mobilidade nas grandes cidades. É importante frisar que a Uber busca o poder público em todas as esferas para ajudar a construir uma regulação que fomente a inovação e o empreendedorismo, ao mesmo tempo em que leve em conta o direito de escolha do cidadão”.

Na última segunda-feira (17) o jornalista Vladimir de Paula, ele relatou em sua página em uma rede social que foi agredido por taxistas enquanto embarcava em um carro do Uber no Conexão Aeroporto, no Centro de Belo Horizonte.

O projeto de lei tramita em 1º turno e agora segue para análise a Comissão de Transporte, Comunicação e Obras Públicas. Se passar, será levado para votação em plenário.

 

 


Nenhum banner cadastrado ainda

WP-Backgrounds Lite by InoPlugs Web Design and Juwelier Schönmann 1010 Wien