Fecharam um clube da TCHURMA da ALEGRIA de BH

 FALTOU TECNOLOGIA  E SÓCIO  PODEROSO ( o famoso BOY 10%) NA

TCHURMA DA ALEGRIA DE BH.

Resultado: a casa caiu!

 Segundo informações do  Ministério Público de Minas Gerais formalizou a denuncia  à Justiça  de 13 pessoas acusadas de participar de um esquema de prostituição no Estado nessa quinta feira. Durante a  operação “Copa do Mundo II” no dia 4 de setembro um casal que estaria envolvido e seria o líder do grupo foram presos. Outros 11 indiciados seriam agenciadores, motoristas e atendentes são acusados de formação de quadrilha e crimes relacionados à prostituição.

Conforme o MPMG, o casal seria acusado de prática de crimes de favorecimento da prostituição; manutenção de casa de prostituição e rufianismo (tirar proveito da prostituição); e de dissimular, de forma reiterada, a natureza, a origem e a movimentação dos valores provenientes, direta ou indiretamente, do esquema.

A operação começou com uma denuncia de um site que agenciava garotas de programa. De acordo com a delegada Pollyanna Aguiar, o casal preso vivia uma vida de luxo.  A operação leva esse nome porque a polícia vai realizar até a Copa do Mundo várias ações contra a exploração sexual.

O esquema da quadrilha tinha motoristas e atendentes de telemarketing. O cliente ligava para uma telefonista, que negociava o programa. Depois disso, um motorista levava a garota até o local combinado. A quadrilha agenciava as garotas e fazia propaganda por meio de jornais e sites.

A delegada afirmou que, durante as investigações, descobriu-se que a rede também funcionava no interior de Minas Gerais. “Quando cumprimos os mandados, nos deparamos com vários celulares com o nome de cidades do interior. Eles usavam os celulares para marcar os encontros no interior”, disse.  Entre as cidades estão Uberlândia, Pouso Alegre, Montes Claros e Lavras.

Durante a apresentação feita pela polícia , vários celulares apreendidos tocavam com possíveis telefonemas de clientes. Dois imóveis eram usados pela quadrilha. Um no bairro Prado, que está registrado como um escritório de informática, mas, segundo a delegada, funcionava a sede da quadrilha. No Alto Barroca, o outro imóvel está registrado como uma clínica de estética, mas a delegada afirma que o local é onde aconteciam os programas. A Polícia acredita que os locais eram usadas também para lavagem de capitais.

A mulher foi presa perto de casa, no bairro Gutierrez. O homem foi detido no imóvel no Prado. De acordo com Pollyanna Aguiar, as investigações ainda vão continuar. “Estamos investigando se a quadrilha também atuava fora do estado”, falou. Segundo o Ministério Público grupo também atuava em Recife, em Pernambuco.

 

O MPMG pediu a suspensão dos direitos políticos de todos os acusados, a indenização civil da sociedade por dano material coletivo e a perda de computadores, celulares e veículos utilizados na prática dos crimes. Ainda a promotoria solicitou a quebra do sigilo fiscal e bancário dos apontados como líderes da quadrilha. Cerca de 50 mulheres faziam parte do esquema. A quadrilha agenciava as garotas e fazia propaganda por meio de jornais e destes sites.

Forma apreendidos carros de luxo, celulares, R$ 2,4 mil em dinheiro, documentação e CPU. A delegada afirmou que, durante as investigações, descobriu-se que a rede também funcionava no interior de Minas Gerais.


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