Energia esta encalhada.E o preço despencou.

Distribuidoras pretendem devolver energia comprada em leilões da Aneel. O consumo com os belos preços do governo DILMA/PT e suas bandeiras,despencou. Os niveis de economia apontam para queda de 10% mais que a queda da atividade economica. Ou seja. Se o PIB descresceu 5% a energia 15%.Quem comprou energia a 800(REAIS)  o kwh , tem concorrência de energia ofertada hoje a 30 (REAIS). Alguém vai perder muito dinheiro.

 

O governo está recebendo solicitações de distribuidoras de energia para que possam devolver parte da eletricidade contratada em leilões. De acordo com elas, o consumo está muito menor que o esperado e grandes consumidores estão migrando para o mercado livre, no qual empresas podem comprar e vender eletricidade por meio de contratos diretos. Por consequência, um volume significativo de energia fica parado.

As distribuidoras estão tentando incluir uma regra que libere essa devolução, através de uma audiência pública da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) que está aberta para discutir as normas de comercialização. O intuito, na prática, é a tentativa de diminuir os volumes de eletricidade contratados nos leilões.

Já há uma ideia dentro da Aneel de que a falta de alternativa para a devolução da energia encarece a conta de luz, uma vez que as distribuidoras ficam com até 5% de eletricidade acima da demanda e são remuneradas por isso, além de pressionar as hidrelétricas a produzir uma energia que não será utilizada.

O foco da preocupação das distribuidores, porém, está no fato de que, em média, elas estão com um volume superior a 5% encalhado. Situação essa, que acaba sendo a inversa do que ocorreu entre 2013 e 2014, quando os contratos de energia nas mãos das empresas eram insuficientes para suprir a demanda, forçando-as a comprar o restante por um mecanismo de ajuste. Na época, o preço do reajuste, por megawatt-hora, estava na casa dos R$ 800.

Atualmente, as distribuidoras podem vender a energia que sobra por meio deste mesmo dispositivo. Porém, o preço do megawatt-hora está em R$ 30.

 

A audiência pública sobre o tema se encerra em 17 de fevereiro.


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