Editorial – O ‘MAIOR’ problema do Brasil

O problema maior do Brasil não são os corruptos. E muito mais que isto: somos por formação e maioria, um pais desonesto!

 

Em tudo, toda hora, esteja onde estiver, tenha certeza pacato cidadão, imaginando que você seja a ‘excessão a regra’, que a seu lado, envolvendo você ou não, estará sendo praticado um agir desonesto. Nas filas de e prá tudo neste pais, sempre tem um guarda, que dá um jeitinho para o amigo passar na frente. Na igreja, o  padre promete um milagre de santo conivente. O Pastor, uma interferência direta de “ GOD” , no seu caso de doença, mediante é claro uma sua generosa e vintosa % manifestação de fé. No concurso publico, um coordenador vaza umas duas dicas para um amigo do peito.Na escola, um professor providencia na prova final, que todos não farão prova especial dia 20 de dezembro e ele estará de férias. Na feira, um feirante de mangas sem defeitos visíveis, separa umas mangas sem defeitos reais para uma sua enamorada. No estacionamento da rua  o flanelinha separa a vaga do seu considerado. No ônibus, o motorista trocador não vê a amiga descer pela porta da frente.

No supermercado, o policial fardado, sai com as sacolinhas cheias e dá um tapinha nas costas do gerente, lembrando a ele: precisou já sabe, tamo na área! Deste tipo de achaque, se quiser ver com seus olhos céticos, ao estar no BH, é só observar: se no estacionamento tem uma viatura policial, perca cinco minutos e olhe na saída dos caixas. La vem o fardado com as sacolinhas. Em alguns casos, para não dar muito na cara, passam com as sacolinhas  pelo corredor do caixa, como se fossem pagar, cumprimentam a caixa e se vão com a conivência de todos NÓS.

E foi assim, entre os muitos 200 milhões de meliantes e ladrões cidadãos neste pais onde impera a lei de Gerson, de vantangens e assaltos, que ontem, o Supremo Tribunal Federal, antidemocraticamente, confirmou por sugestão do administrador executivo de plantão, que a desaposentadoria da escumalha que paga as contas não é legal. Embora o ato em si  não tenha nada de  novo na desonestidade da decisão do alto colegiado, – um medalhado fazedor destas e outras piores,- a decisão do STF seguramente  embute a confirmação da sina eterna  dos otários cidadões, onde humildes pagadores de contas com os seus suados impostos, desta feita segmentados e representados pela casta dos velhinhos aposentados, ( dentro dos preceitos regra do direito natural onde os mais fracos são o prato principal ), serão sempre espezinhados, em oposição a tal da democracia para todos, plena apenas para os uns mais alguns.

Destes humildes eram os mais de 180 mil processos que estavam parados em todo o país aguardando a decisão do Supremo.

Em continuando o relato da trama, foi assim que no infeliz dia  de ontem, quarta-feira (26/10/2016 ) o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu  que aposentados que voltaram ao mercado de trabalho não têm direito a pedir a correção do valor de seus benefícios por terem contribuído mais que os outros por mais tempo para a Previdência. No entendimento da maioria dos ministros da corte, por 7 votos a 4, a Constituição não permite a chamada desaposentação. Alias, ela nem fala nisto.Portanto não.

O recurso da desaposentação que teoricamente sucedia ao antigo pecúlio, valido até 1995,  permitia que o aposentado que continuasse trabalhando pudesse se aposentar de novo, com um rendimento que incluísse as novas contribuições  pagas por ele à Previdência Social feitas nesse segundo período de atividade.

Com a decisão, quem está nesta situação não pode mais pedir a revisão do benefício, ou seja: depois de pagar de novo uma segunda vez o contrato de seguro social, não lhe será dado o pedir a revisão objetivando uma pensão maior por ter contribuído mais e por mais tempo com a Previdência Social.Num segundo contrato entre duas partes e só um beneficiário, o estado ladrão,

Na sessão de hoje,quinta feira, os ministros voltam a se reunir para definir como será a aplicação da decisão em outros tribunais do país, já que muitas pessoas conseguiram o benefício nos últimos anos. Possivelmente, para não ferir o direito adquirido, criem uma nova casta e digam que a partir de hoje, não pode mais.Quem esta,  fica. Ou não. E talvez até mandem todos estes  honestos contribuintes, devolverem ao cofre o que não roubaram e que lhes era direito.E foi isto que o STF, para fechar com chave de ouro, decidiu numa magistral e antidemocrática cagada

Afinal até entre ladrões, a hierarquia existe e o maior de todos deve ser respeitado.

Brasil: definitivamente, isto é um pais de MERDAS !


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