Editorial – Mais um milagre da santa de plantão: o DILMÃO

 Transitando da área da magica dos artifícios para a dos santos milagreiros, em uma nova e criativa manobra do governo Dilmão/PT2, ‘ VIDA ‘ sera criada a partir de um ‘fantasma contábil’. 

Prometer e fácil. Descriminalizar mais ainda. E só transformar crimes em  legalidades e pronto.Contorna-se o mal feito e ele passa a benesse da santa rainha.

O novo??  desgoverno Dilmão/PT2, prometeu que este era seu ultima truque para fechar o ano com algum saldo nas contas do Tesouro Nacional, via artificio de mudar a lei. Mas,como se sabe, o uso do cachimbo, deixa a boca torta mesmo depois de parar de usar cachimbo.Assim sendo, o dês-governo Dilmão/PT2 já manobra a contabilidade para apresentar despesas que não serão cobertas pelas receitas.

Agora, no intuito de conseguir o d’levanta-te e anda’, foi editada uma medida provisória destinada a AMPLIAR o entendimento do impossível, tornando-o possível. E a partir de uma técnica contábil solida e  equilibrada, ao ampliarem-se os horizontes megalomaníacos da marreta de plantão, querem passar a fazer uso de recursos que sobraram em anos anteriores, depositados no Banco Central, para cobrir gastança do dia e de agora. E com dinheiro que nem existe, pois são apenas ferramentas contábeis.

Pelos dados dos balanços de outubro, esses  DINHEIRO DISPONIVEL????, soma recursos de R$ 474,2 bilhões, acumulados nos anos anteriores passados de aperto fiscal e que ficam registrados( só registrados, pois não existem , não são poupança viva ) como patrimônio federal.

Este inexistente caminhão de dinheiro  que tem valor astronômico , dá a impressão aos mais desavisados e sem conhecimentos específicos , de que a administração da festa petista dispõe de folga no caixa para cobrir vários anos de desequilíbrio orçamentário. Que o famoso caixa da viúva, é na verdade um pote de ouro , escondida no armário  da presidente Dilmão/PT2, e pronto pra sair. Em verdade , em verdade vos digo, o montante não passa, entretanto, de um fantasma contábil.

Sabendo disto enquanto maquiavela pensabundo suas ideias malévolas, mesmo sem cachimbo na boca, que esta torta, o pseudo adm publico, planeja deusidicamente, ( o poder faz isto) transformar fantasma em ser vivo.

A historia funciona assim.Quando o governo faz o dever de casa e sua arrecadação supera os gastos com pessoal, custeio e investimentos, o Tesouro retira dinheiro da economia – isto reduz inflação de moeda , revaloriza ativos e traz riqueza e realidade para todos;Este exercício contábil, e necessário para normalizar o volume de reais( dinheiro) em circulação.Para não rarear o dinheiro na praça, o governo resgata títulos de sua dívida com o mercado.

Ai entra o artifício contábil, a ferramenta benéfica; A parcela da receita que superou a despesa é registrada ( SÓ registrada) na conta do Tesouro no BC; simultaneamente, a dívida em títulos federais é reduzida na mesma proporção.E assim quando vier o balanço, deveremos menos. Ou seja, estaremos mais sólidos e aptos a crescer mais.E até pegar dinheiro emprestado  a juros baixos no mercado internacional, já que pagamos bem e quando sobra, até pagamos antes.Que devedor melhor ,serio e equilibrado poderia querer o credor da banca internacional e nacional.Acima de tudo, um devedor confiável.Nada melhor a não ser juros altos.Que aqui não dá.

Inversamente acontece , se o gobierno decide utilizar os recursos depositados: são injetados reais na economia e, para evitar o efeito inflacionário dessa emissão de moeda( inflação de moeda, a pior de todas) , o Tesouro tem de vender títulos ao mercado.

O resumo da opera mostra que na prática,isto é so um mecanismo de administrar – de aumentar ou baixar a dívida –ou, na pior das hipóteses, a inflação– para cobrir despesas publicas cotidianas ou imprevistas. Secas e enchentes, ‘ for example’.

Agora, o pensabundo no plantão DILMÃO/PT2, quer que também seja possível e aplicável o de contingencia, na rotina e em desembolsos obrigatórios normais, tipo Previdência Social e congeneres, segundo afirmou o tal acima, de nome , subsecretário de Política Fiscal do Tesouro Nacional, Marcus Pereira Aucélio. ( a analogia de nomes, lembra muito o humorista Celius Aulicus)

Para isso, editou-se uma nova levanta esqueleto e cria milagre, a tal  medida provisória, a qual permite que receitas passadas de destinação definida por lei –tributos reservados a setores como infraestrutura e segurança pública, por exemplo– possam ser usados livremente.

Assim, o elefante que estava calmo em sua toca, fica de novo ensandecido e dana a dar cabeçada nas colunas que sustentam a toca Brasil. Vai cair.

Tá quase todo mundo doido! Dentro do governo do PT, claro.


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