Desaparecida na Savassi : um ‘FAKE’ em 3 tempos.

 

  Pediamos na edição de segunda-feira,22/02: Ajudem a encontrar.

Neste momento, o JORNAL PORTAL SUL” pede desculpas aos seus leitores, por ter aderido com  RESPONSABILIDADE, preocupação e com as boas intenções de um veiculo amigo da comunidade, a este ” pseudo desaparecimento”,’ FORJADO’ pela vitima.

Tudo por que uma adolescente irresponsável e desequilibrada,  foi fazer uma amorzinho com uma nova amiga, na noite de BH, segundo suas próprias confissões a policia. E  resolveu justificar a ausência de casa com um sequestro inexistente. Antes, em tempos mais equilibrados e menos fingidos politicamente corretos, em fatos assim, a sociedade e as famílias , resolviam melhor a coisa no/e com o chinelo, no minimo.  

Aos nossos  mais de 50000 leitores, que nos apoiaram e acompanharam, que se movimentaram e transferiram para suas redes pessoais este fato,  no intuito amigo e corajoso de ajudar a tentar achar quem não sumiu, “REITERAMOS SINCERAS DESCULPAS”!!

 

1º TEMPO- Débora Maranhês, (veja foto) é aluna do Colégio Santo Antônio na rua Pernanbuco e desapareceu neste sábado (20) depois de sair do cinema com uma amiga.Segundo informações da amiga ela entrou no ônibus 4111 – DOM CABRAL/ANCHIETA , para ir para casa.

2º TEMPO– ELA JÁ FOI ENCONTRADA – Veja relato ao Final desta

Família procura estudante de 15 anos que desapareceu em BH desde a tarde deste sábado (20). Ela trajava calça jeans preta, blusa preta, tênis all star e uma mochila com desenho de sapatilha de balé. Quem tiver notícias dela pode entrar em contato pelo telefone  0800-2828-197

Ao notar que ela não chegava a família tentou ligar para ela no celular, mas celular está desligado.

Ela desapareceu depois que foi ao cinema com uma amiga no centro da cidade. A família e os amigos de Débora Maranhês postaram fotos da menina no Facebook na esperança de receberem alguma informação.

De acordo com a mãe da adolescente,Sandra Maranhês, uma amiga que estava com ela antes do desaparecimento contou que Débora chegou a pegar o ônibus 4111 na Cristovão Colombo, na Savassi para ir para casa.

“Depois do cinema, as duas saíram e foram passear na praça da Liberdade, a amiga dela foi embora. A Débora entrou no ônibus e depois disso desapareceu. Já tentamos ligar no celular dela, mas só dá desligado”, contou a mãe. Débora é estudante do Colégio Santo Antônio que divulgou a foto da menina em sua página. Quase 2.000 pessoas já compartilharam a imagem.

De acordo com a mãe da menina adolescente Sandra Maranhes,a filha Débora saia sempre com amigas do colégio e da região da Savassi, pois ela estuda no colégio Santo Antonio que é na região.

A família ja entrou em contato com todos os amigos e conhecidos a que tem acesso e ele fizeram uma rede para espalhar a noticia da busca.  A mãe revela que embora seja comum problemas de relacionamento  com todo adolescente, no caso da filha, não havia nenhum problema que ela saiba,seja pessoal, na família ou na escola.

A família gerou um Boletim de Ocorrência (BO) foi registrado por meio da Delegacia de Virtual, já que o no governo PIMENTEL/PT, a Delegacia de Desaparecidos,  não tem plantão, e fica desaparecida no fim de semana.Como todos sabem, tecnicamente as primeiras 48 horas do desaparecimento são as mais importantes para investigação e localização.  Mas na atual gestão PIMENTEL/PT, ciência e policia cientifica para cidadãos, merecem cortes de orçamento e silêncio. Portanto, só na segunda feira, a policia começa a trabalhar. A sorte na má gestão PIMENTEL/PT, e a competência e a boa vontade dos funcionários do corpo policial civil.

A investigação deve ser iniciada nesta segunda-feira (22). A menina estava de calça jeans preta, blusa preta, tênis all star e uma mochila com desenho de sapatilha de balé. Quem tiver notícias dela pode entrar em contato pelo telefone  0800-2828-197 da Delegacia de Desaparecidos.

2º TEMPO- ELA FOI ENCONTRADA NA SEGUNDA FEIRA, EM JOÃO MONLEVADE.

Menina de 15 anos desaparecida em BH é encontrada nesta segunda feira, em João Monlevade

A adolescente de 15 anos, Débora Maranhês, que estava desaparecida desde o sábado (20), depois de sair de casa em Belo Horizonte para ir ao cinema, foi encontrada em João Monlevade.Ela teria pedido ajuda na casa de um morador na região onde foi encontrada, no bairro Nova Esperança, por volta de 4 horas da madrugada de ontem  segunda-feira (22). A Polícia Militar (PM) de Monlevade recolheu a menor e foi informada por ela, de que havia sido sequestrada na Praça da Liberdade na capital mineira no sábado à noite.

Ela contou ainda que ela teria sido abordada por dois homens que possuiam em torno de 30 a 40 anos. Eles portavam uma arma de fogo e se aproximaram dentro de um veículo de cor escura, modelo Hatch.

O celular de Débora estava desligado desde sábado.Houve uma rede especial formada pela junção de familiares , jornais e amigos que se mobilizaram na divulgação nas redes sociais, desde o desaparecimento, em busca de informações sobre a garota.Calcula-se que a mensagem circulou por mais de 100.000 leitores em todos os meios utilizados. (Redes sociais, Jornal O tempo, Jornal Portal Sul)

3º TEMPO- O DESFECHO E A VERDADE
Em depoimento, a adolescente confessa que não foi sequestrada. Débora Maranhês foi ao cinema com uma amiga, mas não voltou para casa

 A adolescente Débora Maranhês de Araújo Vaz, de 15 anos, confessou em depoimento a Polícia Civil que o pseudo desaparecimento dela foi voluntário.E que não um sequestro como quis fazer parecer . A jovem, no entanto, se negou a revelar se havia um motivo maior para o que fez.

No depoimento, Débora contou que conheceu uma mulher de nome  Rosa na Praça da Liberdade e teria passado uma noite de amor no sábado ,com ela. Na manhã de domingo, a mulher teria deixado a adolescente perto da rodoviária e lá, aleatoriamente, a jovem escolheu ir para João Monlevade, para fazer parecer um sequestro.

Desde os primeiros relatos, segundo o delegado Hudson Sales que ficou responsável pelo caso a jovem teria entrado em contradição. “Ela não conseguiu a mesma versão nem para a polícia, nem para os pais ou para o casal que a acolheu”.

Os pais da garota foram ouvidos pelo chefe da Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida, Osaldo Wiermann, e disseram a ele que a filha faz uso de medicamento antidepressivo.

 

 

 

 

 

 

 


Nenhum banner cadastrado ainda

WP-Backgrounds Lite by InoPlugs Web Design and Juwelier Schönmann 1010 Wien