Chega a 411 o numero de mortos pelo H1N1 no BRASIL

Brasil registra aumento da taxa de número de mortos por H1N1, este ano.Metade em SP.

Houve aumento no número de vítimas pela H1N1 que chega a 411 pessoas, segundo boletim do Ministério da Saúde com dados consolidados até o dia 30 de abril deste ano. O País registrava 290 vítimas da doença uma semana antes. A alta nos sete dias foi de 41%.
São Paulo registrou o maior número de óbtos: 202. Seguido pelo Rio Grande do Sul com 31 vítimas, Rio de Janeiro, Goiás (com 22 mortes cada um), Santa Catarina (21) e Paraná (16). Pelo menos 20 unidades da federação já registraram mortes por H1N1 neste ano.
A população e os governos dos Estados entraram em alerta no fim de 2015, quando a gripe começou a se espalhar. E principalmente o Estado de São Paulo, que foi mais atingido.
O vírus já provocou nos quatro primeiros meses do ano 2.085 casos da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), forma grave da gripe, que exige internação do paciente. No mesmo período de 2015, eram só 11 registros da SRAG.
Das 444 mortes registradas neste ano, pelo menos 70% das vítimas tinham algum fator de risco.
Segundo o Ministério da Saúde, os Estados receberão 100% das doses da vacina contra a gripe até sexta-feira (13) para imunizar as 49,8 milhões de pessoas que fazem parte do público-alvo da campanha que inclui crianças, idosos, profissionais da área de saúde e gestantes. Até o momento, 49,5 milhões de doses do medicamento foram entregues aos Estados, o que representa 93% do total.
Para receber a dose, é importante levar o cartão de vacinação e o documento de identificação. As pessoas com doenças crônicas ou com outras condições clínicas especiais precisam apresentar prescrição médica.
A campanha será realizada até 20 de maio, e já foram adquiridas 54 milhões de doses da vacina, que protege contra os três subtipos do vírus recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para 2016 (A/H1N1, A/H3N2 e influenza B).
Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza.


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