BondGay – Festas de sexo em Sampa

Esta é a ultima moda em São Paulo. Festas estimulam nudez e sexo liberado .

O século XXI vem mostrando cada vez mais uma geração que preza pela independência e liberdade de expressão. Com uma sociedade mais liberal, grupos que até 20 anos atrás eram considerados marginalizados vêm encontrando maneiras pouco ortodoxas de fazerem o que querem sem restrições de grupos contrários aos seus estilos de vida.

A comunidade LGBT de São Paulo vem marcando época com a Parada Gay, que para a Avenida Paulista todos os anos, porém, não fica apenas nisso. Festas com temas ligados à pluralidade de sexos e aos relacionamentos homoafetivos estão se multiplicando pela maior cidade brasileira.

Reduto oculto na avenida Paulista com a rua da Consolação, o Cabine’s Bar já sediou seis edições Gaydrômeda e agora é palco da Kevin, festa na qual a comunidade LGBT se reúne sem nenhuma intervenção externa. Os participantes podem, inclusive, fazer sexo no meio da boate sem problema algum.

Durante a última edição da Kevin, cerca de 300 pessoas compareceram. Na portaria eram cobrados R$ 15 da entrada e, segundo a organização, metade dos participantes ficaram pelados. Como não há chapelaria, as roupas ficam pelos cantos da pista ou atrás da cabine do DJ.

Outra opção é a Pop Porn, na qual as barwomen são todas transexuais. Os 50 primeiros a chegar ganham uma dose de catuaba e uso grátis da chapelaria. Uma das primeiras edições foi no Pan AM Club, no topo do hotel Maksoud Plaza, na região da Paulista. Mas a casa não permitia nudez, o que levou a balada para o Cine Globo.

 

 

Apesar do clima libertário, as organizações estimulam os presentes a manterem seus sapatos e distribuem preservativos masculinos e femininos doados pela prefeitura, além de lubrificante, enxaguante bucal e luvas descartáveis.

 


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