ANATEL vigiando: Oi a 1 passo da concordata

A Operadora Oi , considerada pelo publico a ” PIOR DAS PIORES” está sob “vigilância econômica” da ANATEL, pois tudo indica que irá para recuperação judicial ou falência.

 

As discussões sobre o fim do regime de concessão na telefonia foi adiada por dois meses na Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Nesta quinta-feira (14), um detalhe no voto do conselheiro da agência Rodrigo Zerbone acendeu um sinal de alerta para a Oi.

Apurou-se que a operadora está em “vigilância econômica” pela agência desde o final de 2015 e, segundo a proposta do conselheiro Zerbone, empresas nessa situação não poderão migrar para o novo modelo de contrato na telefonia.

As propostas em discussão na agência transformam a concessão em uma autorização, retira investimentos na telefonia fixa, que está em declínio, e converte bens atrelados à prestação da telefonia fixa em investimentos em banda larga, novo foco de expansão definido pelo Ministério das Comunicações.

Isso significa que a Oi teria de resolver seus problemas de endividamento, que chegam a R$ 50 bi, antes de usufruir dos benefícios dos novos contratos.

A Anatel foi questionada pelo Ministério das Comunicações sobre a renegociação das dívidas da Oi.

Por lei, a Anatel deve acompanhar o desempenho financeiro das concessionárias para garantir que o serviço público seja prestado, mesmo que a empresa entre em falência.

A Anatel respondeu ao ministério que a Oi estava em “monitoramento”. Isso significa que a operadora envia relatórios financeiros uma vez por mês – em vez de uma vez por ano– e antecipa todo tipo de informação relevante aos conselheiros da agência.

A Oi contratou recentemente a empresa americana PJT Partners para reestruturar sua dívida.


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