A tecnologia da beleza – Chip corporal é a novidade

A estética e os cosméticos são alguns dos interesses que mais crescem no mundo e muito da criação de tecnologias é desenvolvido a serviço da aparência. E nesse quesito estamos tão avançados, que as pessoas injetam chips em seus corpos para conseguirem músculos mais vistosos. Essa é só uma das tantas tecnologias a serviço da aparência que temos hoje. “O uso dos serviços e produtos de estética pode, sim, ser feito com qualidade, mas é preciso aceitar os limites do corpo”, comenta a coordenadora do curso de estética da Universidade de Passo Fundo (RS).

Apelidado de “chip fashion”, por sua adesão entre modelos e atrizes, como Letícia Birkheuer, 37, e Daniella Sarahyba, 30, a tecnologia tem aparência de tubinhos de plástico ou de silicone que contêm um combinado de hormônios e são implantados na região do quadril dos pacientes, com troca que varia de seis meses a três anos. Sua utilização inicialmente era apenas para tratar doenças, fazer reposição hormonal ou como método contraceptivo, mas tem sido usado de forma polêmica, em função de seus efeitos colaterais: ganhos consideráveis de massa muscular e diminuição da celulite.

Isso é possível porque o implante tem o hormônio masculino testosterona. Quem resolveu aderir ao implante de forma preventiva, para combater os sintomas da menopausa que estava por vir, disse ter se sentido mais disposta e gostado das mudanças no corpo, como a rigidez muscular. Mas geralmente aliando com hábitos saudáveis como exercícios físicos”, conta ela.

De fato, o implante permite esses ganhos se a pessoa os estimular, mas cada corpo é único e responde de forma diferente ao tratamento”, comentou um dos professores de ginecologia da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais. Voz grossa, crescimento do clitóris e pêlos são algumas das consequências indesejáveis causadas por doses equivocadas. Indesejável não para todas, claro.


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