A patrulha do torto no direito da UFMG (FIMIGÊ)

Crônica da rotina: Mais um caso ‘LGBTS’ano‘. 

O Sub- pelotão da Patrulha dos xiitas unidos e de plantão  na FIMIGÊ,  uma pequena cota dos alunos que não fazem direito e acham  que fazem ” dereichto” , resolveram denunciar um prof Dr.O coitado acusado desta vez,  depois de 35 anos de ralar quadro negro (não é quadro de negro), recuperando e endireitando tanto tortos como incapazes, foi tachado de discriminador, simplesmente   por que o ” de cujus prof” não privilegia a homofobia e seus análogos e assemelhados, além de dizerem os acusadores, que ele endeusa a ‘heterofobia’, coisa hoje realmente abominável pela patrulha. Que em verdade ele apenas aprecia, moderadamente, como convém magistralmente a um Prof Dr  normal. Sem usar de seu inalienável, exclusivo  e  universalmente constitucional direito dos Drs, de falarem tudo o que lhe der na telha. E sempre de modo certo e correto , mesmo  porque doutores não erram.E nem se enganam.

O caso em tese, ‘b.osmente*’ falando, refere-se a que estavam todos juntos no  mix federal da FIMIGÊ, onde uma pequena parte de ainda alunos do curso de direito da UFMG, mais uma outra parte da turma composta por xiitas e ignorantes, todos abrigados sob o  mesmo teto da pátria educadora, no 5º período da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), resolveram aprontar.

Não por falta do que estudar, mas mais por falta do que fazer, resolveram mobilizar um seu pelotão da patrulha de plantão dos xiitas e futuros porta de cadeia. E decidiram como bola da vez, denunciar um professor,( desembargador José Marcos Rodrigues Vieira, professor da UFMG há 35 anos,) que absurdamente segundo eles, parece ser  hetero juramentado desde criancinha, ( no passado, quando criancinha, ele não trocava por bolinhas de gude- os de hoje em dia nem precisam das bolinhas ) o qual teria cometido atos de homofobia ( não gostar de brinquedo comprido alheio)  e ainda de te-los intimidado (des admitir-lhes aos reclamantes alunos, o direito inalienável dado pela faculdade de direito da UFMG, desde há muito quando chegam ao estabulo da FD, de frequentarem pátios e jardins e fartarem-se de alfafa),atingindo com seus  pertinentes desabonadores comentários, a nenhuma pouca honra de todos os 3 alun(a-o-as), dentro de sala de aula- onde quem manda é o professor e ponto final.-!

O caso da patrulha, foi levado ao comando dos patrulheiros Toddy de plantão – já chegou à reitoria geral da FIMIGÊ, antiga UFMG,-  que analisará o caso. Mas só depois que concluir o caso anterior e engenheirístico, – uma impertinente analise de ingerência na vida extra classe dos alunos da universidade- ,  frequentadores contumazes de antros abomináveis como a pastelaria do ‘Rei do Pastel’ na  Savassi ( grande pastel senão o melhor da cidade-com loura gelada então , inigualável ).Onde estes patrulhados engenheirandos entoam odiosas odes e cantos orfeônicos heterescos e não frescos.( mas o pastel é gostosíssimo e fresco e eles metem a boca no troço sem dó, acompanhados de doces e quentes louras escorridas e geladas.-lá não tem negras- malzibiers- geladas-.À propósito e dentro deste  tópico não racial, apenas coloral, os alunos engenheirandos e outros chegados, neste  ‘ único item da negra falta‘  apoiam a opinião geral, de que isto é uma detestável e escura discriminação do Rei do Pastel e da Ambev. A cervejaria que democraticamente disponibiliza o redondo das loiras a todos, disse  em nota,  que abomina estas discriminações , não compactua com atos racistas  e que a falta é apenas um problema climático e sazonal.Para provar ,promete disponibilizar imediatamente as NEGRAS Baden Bock, carnudas, densas , encorpadas, labiosas, para todos os hetero-aficcionados poderem meter a boca quando ao antro do Rei  do Pastel forem , para comer os melhores pasteis não cabeludos e carnudos da cidade ).

Do fato do ” de cujus”

Segundo a secção do Centro Acadêmico Afonso Pena (dos Caap-ados), uma daquelas instituições que é similar as existentes no shopping&drugs FAFICH, – onde todo mundo tem direito a dar um tapa porque um tapinha não dói – no dia 23 de março,do ano de 2015  DC, aconteceu o CRIME. Teria então  o professor Dr, expressado  durante o correr de uma ‘SUA’  aula, para  os alunos presentes( muitos ausentes como sempre) do 5º período, opiniões altamente discricionárias, que  “graças a Deus ( ex. de discriminação religiosa para com 55000 cultos sem deuses, incluso ai  o grande Capetão e até para com os bondosos e pacíficos ateus que vivem muito bem sem Deus),  existe um pouco de heterossexualidade ( outro ex de discriminação por não inclusão dos a-o-oas-nulos e etcs)  no Direito”(no esquerdo da patrulha como se vê, ‘ never’ ). O educador Prof Dr. ainda teceu outras muitas críticas, inclusive ao relacionamento entre gays(diz a patrulha que se acha perseguida, já que o Dr  discriminou-os, pois são sempre os homo os perseguidos e  não perseguem os hetero).Eles teem direito tambem de serem perseguidos.

OBS do redator ( este redator que é  hetero jurado visto ser hemorroidalmente inato, sempre foi e é doido para pular no meio de uma relação homo lésbica e participar de todos os modos possíveis.Mas infelizmente, sempre foi  discriminado. Por tal aproveita a oportunidade, se coloca a disposição dos praticantes de atos conexos – podem me chamar a qualquer hora no cel 996966969 , que vou correndo e até pago!! Aproveitando a  oportunidade , deixa expresso seus altos protestos pela sua condição de permanentemente  discriminado das orgias lésbicas , exclusão esta feita ate hoje : mas não desiste e morrerá tentando em nome da democracia e da igualdade de tudo e todos … putz!!) .

Como se sabe e mandam as boas leis de ensino e constitucionais, nestes petisticos tempos de agora, criticas ou comentários de quaisquer natureza, sejam heteros, preferenciais ou abominativas, desde as diretas, indiretas, de alusão ou simples pensamento, segundo o grande dicionário xiita-Dílmico lulístico petista,nãããão POODE! (que como se sabe são pensamentos totalmente proibidos e altamente puníveis pelo regulamento da patrulha, conf Art 5º,paragrafos 1/2/3/4/5 do código comportamental da policia do pensamento – para confirmações  tudo já esta previsto no manual 1984, pág x 22).Duvidas de alunos ainda indefinidos,  podem ser esclarecidas com o grande irmão, seja na sede do PT, em Brasilia ou na reitoria.

Todos os 3 alunos (as-os/as e similares)  inconformados com o posicionamento do velho e decadente professor de 35 anos de cátedra, na petição auto qualificados como os ofendidos e  mais outros uns , da turma das Marias vão com as outras,  saíram todos da sala de aula durante a aula. E dizem que pelo simples ato de irem – à casinha –   foram mais ainda ofendidos pelo educador, com as pertinentes palavras de “vagabundos”, quando o correto seria ‘mijões cabuladores ‘,  como manda o erudito do vernáculo.O desrespeitoso professor não adicionou à ofensa o gentil e  costumeiro – cabuladores safados – .Diante do abominável ato, o Caap ( Centro estudantil dos Caapados)  convocou uma reunião e depois de providenciado um redator que soubesse redigir uma boa petição,- tem um Zé mingau do 8º período que é foda nisto, pois o pai e porteiro de auditório de leilão e ele faz um bico de piolho de balção  de sala da OAB e nas horas vagas em cartórios de fórum- .Além  de tudo faz  preços módicos aos colegas desprovidos de português e redação . Na petição bem redigida, os signatários convocaram os espíritos amigos através do fafichiano ritual da Mari Juana fumaça.E zoados,   elaboraram (??) a tal petição (ficou uma belezura –ze Ming é phoda) que foi solenemente entregue ao comando geral das patrulhas, os famosos PATRULHEIROS TOODY, também conhecidos pela alcunha de patrulheiros FOODY tudo, na reitoria da FIMIGÊ(antiga UFMG).

Em nota divulgada pelo CAAP , – o plantão dos Caapado(a)s , informou do alto de sua pequenez e incapacidade geral, que considera estas condutas inaceitáveis e afirma que houve tentativa de abafar o caso, já que o Prof Dr, não foi cadeiado ou executado sumariamente como fazem nos simpáticos e democráticos regimes xiitas por estas altas ofensas (Cubanos-Venzuelanos-EIs-Boko haramos e similares iemenitas ).

E disseram ainda os CAAPADOS protestantes :  “As instâncias institucionais da Faculdade, nesse gravídico contexto, se mostraram indispostas para a resolução iememdiata , exemplar e pública da questão, como convém à minoria petista. O que vimos, infelizmente, foram tentativas de silenciamento dos alunos envolvidos e de relativização da gravidade das opressões perpetradas contra os ofendidos cabuladores cotistas, legalmente admitidos pela pátria educadora.”

Finalizou exemplarmente o/a porta voz dos Caapados, que  “esta  “‘ pedição inicial”  é somente um passo no caminho para a efetivação da luta contra as opressões na UFMG, notadamente a animalesca forma de avaliação por notas de desempenho dos alunos em geral, as tais provas phodas,  principalmente os Caapados de todos os cursos, períodos e instancias. Esta associação de Caapado(a-aos)s do ‘dereichto’ , está aberta para acolher e representar, através de todos os meios possíveis, no campus, nos campings, na terra, nos céus, nas pastelarias da contorno ou no quinto dos infernos, qualquer aluno (a-a/o-bi-tri-tudo-exceto heteros normais) que se sinta discriminado ou indiscriminado ou adjudicado pelo pejorativo denominativo sexuado de berço,  ou ainda  prejudicado por atos vis e não vis, cometidos ou não dentro da faculdade ou fora dela, em qualquer lugar do pais, do planeta e do universo”, finalizou em contundente nota, que foi assinada por quase todos os 4- só 3 diretor(a-o- e ao)s Caapados. Um  não assinou o/a quarto diretor, que foi à FAFICH dar um tapa de luvas paraguaias, para  tramar e convidar para um BEIJAÇO. duas gostosíssimas morenas , ambas letreiras- curso de letras- , ( vou pular no meio- eu  fico locô **) para a próxima semana. E kbô assim o fuzuê, até o próximo – estarei lá- protestante beijaço gay. Aguardem!!

*- b.osmente = BOLETIM DE OCORRÊNCIA IRRELEVANTE

** Nota do redator tarado.


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